Crescendo no mercado tunisino

A Crafil comercializa fios para a produção de têxteis de qualidade e está presente na Tunísia desde 2006, um mercado que tem tido um crescimento constante, independentemente da instabilidade na região.

A Crafil - Fios Têxteis e Cordas, Lda iniciou a sua actividade comercial em 2004, na Ria de Ave (Famalicão), tendo sido encorajada desde cedo a encontrar mercados estrangeiros como Tunísia e Marrocos desde que o principal cliente da Crafil começou a contratar e colocar a maior parte Suas linhas de produção nesses países.

A empresa comercializa fios e fios de algodão e poliéster para a produção têxtil e a sua rapidez e eficiência na resposta aos clientes são os factores chave para o sucesso da empresa e colocam a Crafil na liderança dos distribuidores de linha de confeitaria em Portugal. A Crafil também valoriza o desenvolvimento de parcerias com seus principais clientes.

Tendo estado presente na Tunísia desde 2006, Crafil exporta principalmente fios para 100% cordas de poliéster. De acordo com uma fonte da Crafil, a empresa espera obter uma receita de 500 000 euros em 2014, representando 30% da receita total. No que diz respeito ao seu investimento no mercado tunisino, a empresa acompanha de perto a evolução da situação política, como a aprovação de uma nova constituição. Isso levou a empresa a adotar uma atitude prudente ao desenvolver uma estratégia para o futuro.

"Para sermos competitivos, somos forçados a investir muito nos estoques para que possamos oferecer a mesma velocidade que nossos concorrentes. No entanto, dada a instabilidade, ter estoques elevados é de alto risco ", afirma a mesma fonte.

Apesar do sucesso alcançado no mercado tunisiano, Crafil tem enfrentado algumas dificuldades em relação aos sistemas bancários e de justiça, que são lentos, e nos serviços aduaneiros que a empresa considera complexos e burocráticos.

"Aconselhamos as empresas com o desejo de investir neste mercado a ser cautelosas como a instabilidade da região (Libia, Iraque e outros) pode facilmente se espalhar para a Tunísia", conclui a mesma fonte.